As classes sociais começaram a se aglutinar buscando a proteção contra a exploração e os maus tratos, após a revolução industrial. Buscavam conquistar direitos e sair da escravidão.
A partir do século vinte tudo mudou. A doutrina e ou prática de organização social, com base em entidades representativas dos interesses de categorias profissionais, corporativismo passou a ter uma nova definição: “Ação (sindical, política, etc.) em que prevalece a defesa dos interesses ou privilégios de um setor organizado da sociedade, em detrimento do interesse público”.
As entidades de classe passaram a defender os interesses de seus líderes e de membros influentes acima de qualquer interesse público ou social. Políticos defendem seus adversários contra processos de corrupção ativa e passiva, isentam companheiros e até inimigos, desde que façam parte da corporação “Congresso”, de crimes que nós simples mortais cumpriríamos anos de reclusão. Da mesma forma, o Poder Judiciário Brasileiro assim age. Basta olharmos para os fatos dos promotores e juízes que cometeram crimes inafiançáveis, e estão soltos e recebendo seus salários normalmente.
Estas corporações conseguem, através de “acordos”, aumentar todos os anos seus salários, bem acima da inflação, mas eles mesmos decidem os aumentos medíocres do salário mínimo.
Outra dúvida que surge: Estes concursos para preencher vagas nestas corporações, são verdadeiramente livres ou direcionados?
Até quando e onde a sociedade brasileira permitirá que estas corporações mantenham esta bandalheira? Até quando continuarão acima das leis?
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Corporativismo
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Um comentário:
Caro Ailton,
Minha mãe, Arlette Venturi, necessita obter o livro de Miguel Deretti "Apiúna em meus apontamentos" (não estamos encontrando), assim como busca mais informações sobre meu bisavô Francesco Rossetto - estamos buscando fotos oficiais da Prefeitura no período em que ele foi superintendente, nas décadas de 40 e 50.
O email dela é arlette53@gmail.com e o meu é raphaelventuri@gmail.com e agradecemos qualquer ajuda sua, aguardando resposta. Abraços, Raphael Venturi.
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