Enquanto acontece o desmantelamento, quase que diário, através das ações da Polícia Federal, de várias quadrilhas que assaltam os cofres públicos, vem a mente uma questão de difícil resolução: O que o funcionalismo público está fazendo para que isso não aconteça?
Após cada pleito eleitoral passamos a nos deparar com editais de concursos públicos. Milhares de vagas, por todo o Brasil, sendo criadas. Nas Prefeituras menores, o número de funcionários chega a dobrar.
E o serviço melhora?
É visível o pouco caso que fazem com os cidadãos mais carentes, principalmente. Aqueles que já ocupam o cargo a dezenas de anos, começam a tratar a Prefeitura como se fosse uma empresa, e de sua propriedade. Agem de forma a gerar muitos questionamentos:
- Quem manda na Prefeitura?
- Será que é mesmo o Prefeito?
- Por que existem tantos desvios de recursos?
- Os funcionários de carreira não conseguem ver e denunciar?
Como diz um ditado português: “Quem espia na porta é tão ladrão, quanto quem está à roubar”.
Nós cidadãos estamos esperando o momento em que os laços, vínculos dos funcionários públicos com seus contratadores se rompam, para que a moralidade realmente encontre espaço dentro de todas as Prefeituras deste país.
Conscientização por parte dos funcionários públicos, quanto a serem simples empregados do povo, é necessária e urgente. Precisam ter consciência de que seus salários são pagos por todos.
O que se espera de um funcionário público?
Espera-se ética e bons princípios, e que contribuam para engrandecer cada vez mais o lugar onde vivem, tratando todos sem diferenciação.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Princípios
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