Era uma vez há muito tempo atrás um pequeno garoto que amava a vida. Olhava o mundo sempre a cantar as coisas lindas de sua terra.
Em uma manhã de fim de verão vestido engomadinho, branco e azul. Buscou um novo mundo que para sempre mudaria seu norte, seu sul.
Durante muito tempo uma rosa levou para quem os horizontes lhe abria, buscava neste gesto agradecer tudo que de fato aprendia.
Chegou o dia em que de seu mundo limitado precisava sair. Buscou em lugares distantes a satisfação do saber, mas faltava alguma coisa que não conseguia entender.
Com família e com muito sentimento no peito a sua terra voltou. Recebeu neste gesto as respostas que distante procurará. Seu mundo era aí, aí era o seu lugar.
Este é o sentimento nutrido por muitos que sonham desde criança a sua terra natal voltar, para poder em pequenos gestos ajudar a mudar o rumo da história. Poucos conseguem destaque nesta luta de filantropia. Busquei ser um destes e me enchi de vontade buscando realizar sonhos, sonhos de uma vida melhor.
Ajudei a fundar o Rotary Club de Apiúna, O Grupo de Escoteiros, presidi a CME levando a cidade a muitas conquistas, a Festa da Tangerina ajudei a engrandecer levando a lugares distantes o conhecimento de Apiúna, mas nada me deu mais satisfação do que fundar o periódico Cabeço Negro. O jornal Cabeço Negro, instrumento de divulgação dos feitos, das ações de nossos cidadãos, para todos os apiunenses e também a quem mais interessasse. Um instrumento para distante levar as qualidades de nossa gente.
Em dezembro de 2002 paralisava por longo período suas atividades. Frustração e angústia foram os sentimentos. O “Troféu O Cidadão” não recompensaria com alegria os que se dedicavam à causa pública e filantrópica.
Setembro de 2005. O jornal Cabeço Negro volta a circular em mais uma edição para trazer informação ao povo de Apiúna. As manchetes que estampadas forem em suas páginas, espero que sejam sempre a expressão da verdade. Se boas ou ruins só o tempo dirá.
O Jornal Cabeço Negro traz no seu nome o vinculo com Apiúna e espera por muito tempo ser o instrumento de comunicação entre todos os seus cidadãos.
Significado do nome:
Apiúna palavra Tupi = Cabeço Negro;
Cabeço = Cume de montanha arredondado em forma de cabeça;
Negro = escuro.
Publicado no JCN em set/2005
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