segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Futuro... Presente... Passado...

      Tudo tem início em um sonho, um desejo, até que em determinado momento sente-se a necessidade da realidade.
      Este futuro desejado, sonhado, transforma-se num projeto de vida onde passamos a fazer parcerias. Parcerias com outros que também possuam anseios e este possa ser mais um.
      Quando chegamos ao ponto, de que estes sonhos não são mais de um, nem de poucos, mas de muitos, a realidade se materializa e o tempo presente é a realização dos desejos incontidos.
      O tempo é um inimigo implacável do ser, ao mesmo tempo em que felizes nos tornamos pela realização pessoal ou comum a todos já nos encontramos em um espaço onde tudo começa a tornar-se apenas lembranças num passado próximo, distante...
      Em 1986, lembro, o povo apiunense sonhava com a emancipação política de Indaial, a elite acomodada não tinha os mesmos anseios, mas uma luta a procura de parcerias para esta realização encontrou um simples cidadão apiunense, descriminado até por seu radicalismo político, que fez outra parceria com um deputado federal, e com estas parcerias o sonho passou a ser de muitos, pois até a elite vendo que a luz do fim do túnel cada vez mais iluminava o futuro mais e mais presente, também se engajou nesta luta que agora já era de todos.
      A realização, 1988 a lei foi assinada, o presente se fez. Em 1989 a instalação do município de Apiúna surgia como uma batalha de áspera guerra vencida.
      Muitos atos se sucederam, levaram ao engrandecimento de um povo que agora luta na busca de novos ideais. Observando o passado já distante tentamos espelharmos em tudo aquilo que lá esteve, que ocorrido foi, para não mais precisarmos passar pelas mesmas dificuldades - falta de qualidade de ensino - falta de estradas - falta de um poder presente que amenizasse o mal do cidadão.
      O meu sonho pessoal desde garoto era ver Apiúna, uma pequena cidade, mas uma cidade com qualidade de vida invejável a outros. Apiúna hoje é uma pequena cidade, mas ainda a procura da melhoria de vida de sua população.       Para que este desejo, sonho, materialize-se em realidade, precisamos que todos sonhemos direcionados na mesma direção, para que todos nós possamos vislumbrar um grande futuro para nossos filhos.
      Diz a velha canção: “Sonho que sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas Sonho que se sonha junto é realidade”.

Publicado no JCN em jan/2001

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Ailton Carlos Coelho
nascido em 21 de agosto de 1959
na cidade de Apiúna - SC,
Graduado em
Publicidade & Propaganda,
Pós-graduado em
Gestão e Planejamento
de Eventos Turísticos,
e editor dos Jornais JCN e Parole.

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