Durante mais de dois anos busquei alertar, denunciar “erros no processo administrativo” da atual administração de Apiúna. Entrevistas, investigações realizei, na busca da verdade e para poder fornecer aos leitores informações verídicas, buscando sempre a manutenção da ética.
Fui condenado pelos operadores da justiça por danos morais, onde uma das expressões utilizadas para a condenação, foi a escrita neste periódico: “O que o Prefeito fala não se escreve”. A alegação foi de que isto deixava posto, que o mesmo era mentiroso. Ao depor na CPI da Câmara de Vereadores o Prefeito Municipal de Apiúna teve todo seu depoimento gravado, e da gravação foi transcrita uma ata. Ao solicitarem sua assinatura, o mesmo “não assinou”, o que gerou constrangimento, e quem assinou a mesma foi seu assessor jurídico. Pergunto: Se eu respondo questionamentos e depois me nego a assinar os mesmos, o que falo pode ser escrito? Além de não poder ser escrito, se eu assinar irei precisar de avalista, como diz um amigo meu.
Portanto, sem intenção de buscar inspiração poética plagiando o grande poeta Drummond, e nem tão pouco, contribuir na destruição de sua grande obra literária, pois preciso buscar alento para minhas amarguras e para continuar acreditando na justiça, pergunto:
“E agora José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José?”
E agora?
Está tudo posto, e eu um simples cidadão continuarei esperando...
Publicado no JCN em dez/2007
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