quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Descanse em paz.

      Há muitos anos, muito antes de Apiúna tornar-se município, muitas pessoas lutavam por ideais sociais e políticos, até que um dia Apiúna tornou-se município. Muitos analistas declararam que, entre todos os municípios emancipados, Apiúna era o que se encontrava em pior situação, devido ser muito grande territorialmente, e muito pobre economicamente:
“Não conseguiria sobreviver, dependeria do FPM”.
      Os apiunenses vislumbraram apenas a oportunidade de seguir novos caminhos, pois viviam um momento de grandes feitos administrativos de seus representantes políticos, pois mesmo tendo sofrido com as enchentes, crescia. O povo escolheu seu primeiro prefeito, e este deu início a uma nova era de desenvolvimento e riqueza. Diferentemente do que falaram, Apiúna passou a ser administrada com seus próprios recursos.
      Mas, mesmo Apiúna vivendo momentos de crescimento e melhoria da qualidade de vida, um pequeno grupo, derrotado nas urnas por 4 vezes, não parou de jogar pedras. Desrespeitaram todos que buscavam, através de muito trabalho voluntário, construir uma Apiúna melhor. Tudo era mostrado como ação da “elite” ou a mando de um “coronel”. Mostravam ao povo, cego pela inveja, que tudo não passava de exibição e roubalheira.
      Hoje estão no poder. Os derrotados nas urnas durante vários anos se encostaram no poder. Os sanguessugas passaram a tirar proveito de tudo o que puderam do bem público. Tudo que imputaram as antigas administrações passaram a realizar, e de forma explícita, descarada. Passaram a agir como se tivessem a certeza da impunidade.
“Quem não tem telhado de vidro que atire a primeira pedra...”
      É, o telhado deles é de vidro fino, e agora está se rompendo, pois os que durante muitos anos buscaram o melhor para Apiúna, não descansaram.
      Basta andar pelas ruas, lugares, observando, que você ouvirá vozes gritando, clamando por justiça, e isto não é só uma questão de opinião, são fatos, e contra fatos não há argumentos, pois
“...eu quero ver quem é capaz de fechar os olhos e descansar em paz..”
sem nada ter feito para melhorar o futuro dos seus.

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Ailton Carlos Coelho
nascido em 21 de agosto de 1959
na cidade de Apiúna - SC,
Graduado em
Publicidade & Propaganda,
Pós-graduado em
Gestão e Planejamento
de Eventos Turísticos,
e editor dos Jornais JCN e Parole.

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